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Internacional

Mundo atinge 8 bilhões de pessoas; último bilhão se deu em menos de 12 anos

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A marca de 8 bilhões de pessoas em todo o planeta foi atingida nesta terça-feira (15), conforme os dados do site estatístico Worldometer. Ainda de acordo com a plataforma, mais de 116 milhões de pessoas nasceram desde o dia 1º de janeiro de 2022.

O número foi atingido menos de 12 anos após o mundo bater 7 bilhões de seres humanos, o que equivale um aumento superior a 80 milhões por ano.

Para que o mundo saísse dos 6 bilhões e chegasse aos 7 bilhões de pessoas, também foram necessários aproximadamente 12 anos. Os bilhões anteriores se deram em 11, 13 e 14 anos, respectivamente.

Se desde os anos 1960 a curva de crescimento aumentou vertiginosamente, os primeiros bilhões foram mais difíceis de serem atingidos. O mundo levou aproximadamente 35 anos para passar dos 2 bilhões aos 3 bilhões de seres humanos.

Já do primeiro bilhão ao segundo bilhão foi mais de um século de espera. Enquanto a primeira marca foi atingida em 1804, a segunda se deu apenas em 1925, um intervalo de 121 anos.

Fonte: Uol

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Bahia

Últimas Ararinha-azul soltas estão infectadas com vírus letal, revela relatório do ICMBio

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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade -ICMBio- confirmou através das redes sociais nesta terça-feira (25) que as 11 últimas ararinhas-azuis reintroduzidas na natureza — todas vivendo soltas — apresentaram teste positivo para um vírus letal, o circovírus. As aves foram recapturadas em novembro para exames sanitários.

O vírus identificado é um circovírus, causador da chamada “Doença do Bico e das Penas dos Psitacídeos”, que provoca degradação das penas, deformação do bico e geralmente leva à morte dos animais.

Com a infecção confirmada, a reintrodução torna-se inviável até que haja garantia sanitária, ou seja, as solturas previstas estão suspensas até nova ordem.

Texto: Curaçá Oficial com informações do ICMBIo

Foto: Arquivo ICMBio

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Curaçá

PM-BA realiza prisão em flagrante e apreende arma de fogo em Curaçá

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Na tarde desta segunda-feira (01), por volta das 17h30, durante patrulhamento de rotina, a Polícia Militar da Bahia (PMBA), por meio da 45ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), recebeu informações sobre um homem que estaria portando uma arma de fogo de forma ostensiva e ameaçando populares, no Bairro Nova Aliança, em Curaçá – Bahia.

De imediato, a equipe se deslocou até o local, onde o suspeito foi visualizado. No momento em que recebeu voz de abordagem, o homem desobedeceu à determinação policial e entrou em um comércio, em atitude suspeita, portando uma bolsa tipo pochete na cintura. Após ser alcançado e submetido à busca pessoal, foi encontrada em sua posse o seguinte material:
• 01 pistola calibre 9mm;
• 15 munições intactas.

Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrante e conduzido, juntamente com o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil para adoção das medidas cabíveis.

Fonte: 45ª CIPM / ASCOM

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Brasil

Tarifaço sobre parte de exportações brasileiras entra em vigor hoje

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Entraram em vigor, nesta quarta-feira (6), as tarifas de 50% impostas sobre parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos. A medida, assinada na semana passada pelo presidente norte-americano Donald Trump, afeta 35,9% das mercadorias enviadas ao mercado estadunidense, o que representa 4% das exportações brasileirasCerca de 700 produtos do Brasil ficaram fora do tarifaço

Café, frutas e carnes estão entre os produtos que passam a pagar uma sobretaxa de 50%. Ficaram de fora dessa taxa suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo seus motores, peças e componentes, polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos.

O tarifaço imposto ao Brasil faz parte da nova política da Casa Branca, inaugurada por Donald Trump, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais na tentativa de reverter à relativa perda de competitividade da economia americana para a China nas últimas décadas.

No dia 2 de abril, Trump iniciou a guerra comercial impondo barreiras alfandegárias a países de acordo com o tamanho do déficit que os Estados Unidos têm com cada nação. Como os EUA têm superávit com o Brasil, foi imposta, em abril, a taxa mais baixa, de 10%.

Porém, no início de julho, Trump elevou a tarifa para 50% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo ele, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado após perder o pleito de 2022.

Especialistas consultados pela Agência Brasil avaliam que a medida é uma chantagem política com objetivo de atingir o Brics, o bloco de potências emergentes que tem sido encarado por Washington como uma ameaça à hegemonia estadunidense no mundo, em especial, devido à proposta de substituir o dólar nas trocas comerciais.

Em pronunciamento no domingo (3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou que não quer desafiar os Estados Unidos, mas que o Brasil não pode ser tratado como uma “republiqueta”. O presidente disse ainda que pais não abre mão de usar moedas alternativas ao dólar.

O governo brasileiro informou ainda que o plano de contingência para auxiliar as empresas afetadas pelo tarifaço será implementado nos próximos dias, com linhas de crédito e possíveis contratos com o governo federal para substituir eventuais perdas nas exportações.

Por: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

Foto: © Divulgação/Porto de Santos

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