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Em clima de magia, Juá Garden Shopping prepara a especial chegada do Papai Noel

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Um clima lúdico e aconchegante. Tudo está ficando pronto para o Natal do Juá Shopping, em Juazeiro. A magia natalina já tomou conta dos corredores do importante centro de compras e lazer da região. 

De acordo com o gestor de marketing do empreendimento, Welington Junior, a decoração deste ano traz boas surpresas. ‘Com um conceito que valoriza a regionalidade, mas também com todo brilho e tradição do Natal, vamos trazer inovações em ambientes e espaços especialmente preparados para as visitas dos consumidores. Dando um bom spoiler, teremos um presépio, um lindo pórtico, uma bela praça natalina, uma área ‘pet friendly’, trenó e a casinha do Noel que, antenado com o momento, foram construídos de forma sustentável, feitos com material de reuso, o que mostra a nossa preocupação ambiental”, pontuou.

Mais uma vez, o empreendimento terá a presença do Papai Noel. O bom velhinho estará presente todos os sábados e domingos, a partir do dia 19 de novembro, das 17:30h às 20h, em um aconchegante cenário de quarto montado para receber todas as famílias para fotos. “Sempre celebramos um verdadeiro Natal. Mesmo na pandemia, o Papai Noel esteve no Garden, atendendo as crianças dentro de sua casa, através do interfone, mas neste ano, o bom velhinho abriu as portas de sua casa e vai receber todos em seu quarto”, conta Welington.

E como não poderia ser diferente, o Juá mantém a tradição e preparou uma grande chegada do Papai Noel. Neste sábado (19), a partir das 10h da manhã, um passeio saindo do Parque Josepha Coelho, em Petrolina, em direção ao Juá Garden Shopping vai percorrer diversas ruas e bairros das duas cidades com o bom velhinho. E a partir das 18h, no shopping, uma grande recepção está sendo organizada com a presença de personagens natalinos, do casal de ratinhos mais famosos do mundo, de um amigão surpresa que vem da Fazendinha, além da distribuição de guloseimas e da apresentação da banda da Polícia Militar.

“Preparamos tudo com muito cuidado e carinho para que os clientes e lojistas possam desfrutar não só do clima aconchegante, mas também das atrações que esperam por todos nesse ano”, finaliza Welington.

Fonte: Juá Garden Shopping

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Curaçá

Páscoa momento de renovação e de fé. Feliz Páscoa!

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Cultura

Fazenda Melancia se prepara para a 6ª Missa dos Vaqueiros em Curaçá

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A comunidade agropecuária da Fazenda Melancia e de todo o município de Curaçá vive a expectativa para a edição da Missa dos Vaqueiros da Fazenda Melancia, que será realizada no próximo dia 30 de maio de 2026 (sábado). O evento acontecerá na Capela da Melancia e na sede da Associação dos Agropecuaristas da Fazenda Melancia e Adjacentes (AAMA).

A celebração, que se tornou uma tradição na região, reúne vaqueiros, agricultores, famílias e representantes das comunidades rurais, em um momento marcado pela fé, pela valorização da cultura sertaneja e pelo reconhecimento do trabalho do homem e da mulher do campo.

A programação começa logo cedo, às 7h, com um café da manhã especial para os vaqueiros na sede da associação. Em seguida, às 8h30, será realizada a tradicional cavalgada com desfile dos vaqueiros, que sairão da sede da AAMA em direção à igreja da comunidade.

A Missa dos Vaqueiros está marcada para as 9h e será celebrada pelo Frei Valdevam Correia, conhecido como o “Padre Vaqueiro”, figura bastante querida nas celebrações voltadas à cultura e religiosidade sertaneja.

Após a celebração religiosa, a programação segue com momentos de confraternização e atividades culturais. Das 12h30 às 13h30, será servido o almoço dos vaqueiros na sede da associação. Logo depois, das 13h30 às 14h, haverá uma homenagem aos colaboradores da AAMA, reconhecendo o trabalho de quem contribui para a realização e fortalecimento da associação.

Às 14h, acontece o sorteio de brindes para os vaqueiros, seguido, às 15h, do tradicional bingo de um carneiro.

Encerrando o dia festivo, a partir das 16h, o público poderá aproveitar um forró dançante na sede da associação, com animação de Wilker do Acordeon, Zé Martins e outras atrações que ainda serão anunciadas.

A organização convida toda a população para participar e prestigiar uma das manifestações mais autênticas da cultura popular nordestina, que mantém viva a tradição do vaqueiro e a identidade do sertão.

A realização é da Associação dos Agropecuaristas da Fazenda Melancia e Adjacentes (AAMA), com apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Curaçá, Rádio Juazeiro AM, Paróquia de São Benedito e Bom Jesus da Boa Morte, Prefeitura Municipal de Curaçá, dos vereadores Anselmo Filho e Januário Brandão, do deputado estadual Marcelino Galo, além de instituições parceiras como FETAG Bahia, CESOL Sertão do São Francisco e Central da Caatinga e Curaçá Oficial.

A expectativa é de que o evento reúna grande número de vaqueiros e visitantes, reforçando a fé, a cultura e a união das comunidades rurais de Curaçá.

Texto: Curaçá Oficial

Foto: Wilson Lucas

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Cultura

Artigo: Zito Torres, lembrança e saudade

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Por: Walter Araújo

Foto: Arquivo de Luciano Lugori

 

“Patrão, mas eu amo mesmo assim

Nem que só fique o torrão

Pode a casa cair toda

Ficar rente com o chão

Mas Bambuí sempre mora

Dentro do meu coração”

(Zito Torres, Bambuí)

Embora continuamente tentado pela grandeza histórica do poeta Zito Torres, nunca me atrevi, diante de minhas limitações, a escrever sobre ele. Entendo que não tenho o que acrescentar a tudo que já foi dito relativamente àquele grande filho de Curaçá.

Outros já fizeram com muita propriedade e sabedoria. Entretanto, consultando meus alfarrábios, deparei-me com Bambuí, clássico de Zito, primor de amor à terra e às raízes curaçaenses.

Zito – Durvalzito Dias Torres – era, por assim dizer, uma contribuição itinerante à cultura de Curaçá.

Ambos – Curaçá e Zito – se entrelaçam, ricamente, de modo que as lembranças de Zito nos fazem admirar e reverenciar sua memória, mais e mais, incansavelmente.

Tive o privilégio de conviver com Zito Torres. Convivência breve, mas respeitosa, porque Zito era assim: respeitador, educado, gentleman, essencialmente cavalheiro.

Importante o lugar de Zito Torres na história de Curaçá. Filho ilustre da terra, inteligente, humilde, fino no trato com todos e, sobretudo, rico culturalmente.

Na década de 1980 efervescia em Curaçá o movimento Curaçarte, que nasceu da inquietude de alguns jovens, dentre esses Roberval Dias Torres, Libânia Dias Torres, Josemar Martins (Pinzoh), honra e glória do povoado de São Bento, Pinduka e outros mais, tão importantes para a época e para o movimento Curaçarte quanto os citados.

Com o intuito de comemorar os cinquenta anos de vida de Zito Torres, lá por volta de 1987, o movimento o convidou para fazer um show no histórico Teatro Raul Coelho.

Zito topou colaborar com a rapaziada e fez o show. Aliás, Zito nunca dizia não.

Talvez essa tenha sido sua apresentação artística mais importante, porque em apoio ao inconformismo daquela juventude sufocada política e socialmente dentro de seu próprio município.

Tempos difíceis. Alguns precisavam gritar. Eles gritaram.

Conta Roberval Dias Torres que Zito “cantou e encantou com um violão que tinha a ressonância de uma orquestra completa” (Insustentavelmente Trans, Editora Didática Paulista, 2002). E depois caiu na boemia com os jovens insurgentes até o alvorecer.

Não é possível, aqui, contar as façanhas de Zito. Foram muitas, inúmeras, durante sua vida efêmera, mas intensa.

Zito conseguiu conciliar o mister de escrivão de polícia e a boemia diuturna que enriqueceu a história de Curaçá. O mundo de Zito era encantador e assim ele demonstrava para todos.

No que tange a Bambuí, é antológica a referência à venda da fazenda, com tudo que tinha lá, inclusive os animais e a despedida da vaca Miúda, mesmo considerando a liberdade poética e a fértil imaginação do autor:

“No dia da despedida

Fumo dentro do currá

Se despedir da Miúda

Vosmecê pode creá

Miúda não se conteve

Sentiu também emoção

Eu vi sair dos olhos dela

Lágrimas a pingar no chão.

É doloroso, patrão

Inté a vaca chorou

Lamentando nossa ausência

Miúda chorou de dor”

Coisas de poeta.

Zito Torres deixou alegria, exemplo de criatividade e muito do seu ser pelas ruas de Curaçá.

Já sugeri, alhures – e minha sugestão e nada é a mesma coisa – que o município de Curaçá erga um monumento a Zito Torres.

A memória de Zito representa, ao mesmo tempo: história, cultura, amizade, decência, generosidade, caráter irrepreensível e cordialidade.

Tarefa ingente para, mais adiante, o Acervo Curaçaense cutucar a Câmara Municipal de Curaçá e, conseguintemente, a grande e séria expectativa política do município: Rogério Bahia.

Esse pessoal do Acervo Curaçaense é demais.

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