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Edital da Secretaria das Mulheres destinará 1,5 milhões de fomento para comunicadoras da Bahia

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A Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado (SPM) destinará 1,5 milhões para o fomento e incentivo ao empreendedorismo de mulheres comunicadoras na Bahia. Denominado de Edital Elas à Frente na Comunicação, a iniciativa foi anunciada e a primeira etapa do processo foi iniciada com a escuta pública de mulheres comunicadoras presentes na última sexta-feira (12), no Encontro Elas à Frente na Comunicação – Promoção e Difusão de Direitos, realizado pela SPM, no auditório da Procuradoria Geral do Estado (SPGE), com a participação especial da linguista e escritora afro-brasileira Conceição Evaristo.A secretária das Mulheres do Estado, Elisangela Araújo, falou sobre a importância do edital. “A Secretaria das Mulheres tem como uma das suas políticas a inserção socioprodutiva e a autonomia econômica das mulheres. O ‘Elas à Frente’ na Comunicação é um edital de fomento voltado para auxiliar a cadeia produtiva em que as comunicadoras estão inseridas, seja na produção de conteúdos, seja na regulamentação de entidades ou na aquisição de materiais que facilitem o trabalho das mulheres com os meios de comunicação em que elas atuam. Além disso, queremos incentivar uma maior participação das mulheres na comunicação e na promoção de direitos”, afirmou.

O edital é dirigido a comunicadoras de diversas áreas, como jornalistas, relações públicas, meio digital, assessoras de comunicação, radialistas, fotógrafas, artistas visuais e designer gráfico, com foco na comunicação para a promoção do direitos, da diversidade, promoção e cultura. “Espera-se que sejam gestados conteúdos que desmistifiquem a objetificação da imagem da mulher e da construção reiterada dos estereótipos sexistas pela mídia. Espera-se, também, ampliar a participação e o acesso das mulheres às tecnologias da informação e comunicação”, afirmou a superintendente de Promoção e Inclusão Socioprodutiva da SPM, Luciana Mandelli, ressaltando que os recursos deverão ser disponibilizados em três etapas, até o final do orçamento, em 2026.

Ainda como parte da escuta pública, a SPM abriu um canal de comunicação para que sugestões e contribuições sejam encaminhadas (elasafrentenacomunicacao@spmba.ba.gov.br). A elaboração do edital envolverá ainda o termo de referência com desenvolvimento de linhas a serem financiadas e a abertura de processo de chamamento público (MROSC).

Escrevivência  

Antes do anúncio do edital, a escritora Conceição Evaristo falou sobre Escrevivência e mulheres na comunicação – conexões necessárias. Além disso, foi feita uma homenagem a mulheres negras comunicadoras. São elas: Bárbara Carine, Carla Akotirene, Camila França, Ceci Alves, Cristiele França,  Cleidiana Ramos, Dina Lopes, Ekedy Sinha, Georgina Mainart, Mabel Freitas, Marlupe Caldas, Maíra Azevedo (Tia Má), Majourie Moura, Mirtes Santa Rosa, Val Benvindo, Vânia Dias, Lorena Ifé, Wanda Chase e Silvana Oliveira.

Fonte: Ascom/SPM

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Filmou acidente ou foto de cadáver? Senado aprova lei que pune registro e compartilhamento de imagens de vítimas

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Tirar fotos ou gravar vídeos de cadáveres e vítimas de acidentes e crimes passará a ser punido no Brasil.

O Senado aprovou o PL 1.242/2026, que tipifica como crime tanto o registro quanto a divulgação não autorizada dessas imagens, prevendo pena de detenção e aplicação de multa.

O projeto altera o Código Civil para proibir expressamente o registro ou a divulgação dessas imagens sensíveis com finalidades comerciais ou que atinjam a honra da pessoa. A lei atinge quem capta as imagens no local do fato e quem realiza o compartilhamento posterior.

A votação ocorreu após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, antecipar a pauta em um dia. Como o texto sofreu modificações em plenário, a matéria retorna agora para análise da Câmara dos Deputados.

Agência Senado Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

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TRE-BA convida baianas e baianos a baixar aplicativo e-Título

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O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) convida o eleitorado baiano a baixar o aplicativo e-Título, ferramenta que disponibiliza serviços e informações da Justiça Eleitoral. No estado, a via digital do título de eleitor já registrou mais de sete milhões de emissões de 2020 a 2026, sendo 3.780.175 novas emissões e 3.292.991 remissões.

Além de poder ser utilizado como documento de identificação para votar – desde que conste a foto da(do) eleitor(a) – o aplicativo possibilita consultar o local de votação, emitir certidão de quitação, de crimes eleitorais e de declaração de trabalhos eleitorais, fazer a justificativa do voto, se cadastrar como mesárias(os) voluntários(as) e pagar débitos eleitorais por pix ou emissão de boleto.

Como baixar

Disponível de forma gratuita, o aplicativo pode ser instalado em celulares ou tablets das plataformas Android e iOS. Após acessar a loja de aplicativos, pesquisar pelo e-Título e fazer o download, a eleitora ou o eleitor deverá preencher os campos: nome do eleitor, data de nascimento, número de inscrição (título de eleitor) ou CPF e filiação. Depois disso, serão apresentadas algumas perguntas, com a finalidade de reforçar a segurança na emissão do documento. E, por fim, é necessário criar uma senha de 8 a 70 caracteres.

Após a emissão da via digital do título, o usuário acessará uma tela onde constam nome, número do título, a foto (para aquelas(es) que tem a biometria coletada), data de nascimento, dígitos do CPF, filiação, município, zona e seção em que está registrada(o), filiação e o código QR Code para conferir a autenticidade do documento.

Constam também menus onde é possível acessar a localização geográfica da seção de votação, as notificações do aplicativo e a página “Mais opções”, na qual estão disponibilizados os serviços direcionados à eleitora e ao eleitor.

Criação 

O e-Título foi lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro de 2017 e pôde ser utilizado já nas Eleições Gerais de 2018. O aplicativo foi desenvolvido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) e depois distribuído nacionalmente pelo TSE.

Fonte: TRE-BA       

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Bahia tem 11.321.005 eleitoras e eleitores aptos a votar nas Eleições Gerais 2026

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A Bahia contará com 11.321.005 (onze milhões, trezentos e vinte e um mil e cinco) eleitoras e eleitores aptas(os) a votar nas Eleições Gerais de 2026, de acordo com as estatísticas divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta segunda-feira (20/07). Desse total, 101.818 eleitoras e eleitores declararam possuir algum tipo de deficiência, representando um crescimento de 62,2% em relação ao pleito de 2022, que registrou 62.772 pessoas com deficiência.

O estado baiano é o quarto maior colégio eleitoral do país, ficando atrás de São Paulo – 34.105.33, Minas Gerais – 16.377.659 e Rio de Janeiro – 12.857 no número do eleitorado apto a votar, respectivamente.

O município de Salvador concentra o maior eleitorado do estado, com 1.951.716 eleitoras e eleitores aptos, seguido por Feira de Santana, com 434.532,  Vitória da Conquista, com 264.091, e Camaçari, com 210.364.

Biometria

10.706.119 eleitoras e eleitores possuem cadastro biométrico, representando 94,57% em relação ao eleitorado apto no estado. Em Salvador, esse número é de 1.849.077 biometrias coletadas, Feira de Santana registrou 408.508 pessoas que fizeram o procedimento, Vitória da Conquista contabilizou 248.401 indivíduos com biometria e Camaçari possui 198.388 eleitoras e eleitores com o cadastro biométrico atualizado. A biometria agiliza a identificação na seção eleitoral e reforça a segurança do processo eleitoral.

Estatísticas do eleitorado

Do total de pessoas aptas a votar na Bahia, 53% (5.973.523) são mulheres e 47% (5.347.433) são homens. Assim como nas eleições anteriores (2022), as mulheres permanecem como maioria do eleitorado baiano.

Em 2026, 1.737 eleitores(as) na Bahia farão uso do nome social. No quesito identidade de gênero, os dados demonstram que o estado possui 5.263 pessoas declaradas como transgênero.

Ainda segundo dados do TSE, 1.261.113 (59,6%) pessoas se declararam pardas, 496.424 pretas (23,47%) e 336.404 brancas (15,9%). 26.850 (1,27) pessoas se identificam como quilombolas e 10.929 (0,52%) como indígenas.

Fonte: TRE-BA

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