Bahia
Curaçá está entre os 10 maiores produtores de manga do Brasil, aponta IBGE
O município de Curaçá conquistou um importante destaque no cenário da fruticultura nacional. De acordo com dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) 2024, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade ocupa a 9ª colocação entre os maiores produtores de manga do Brasil, com uma produção de 32.120 toneladas.
O ranking é liderado por Juazeiro (BA), com 417.566 toneladas, seguido por Petrolina (PE), com 282 mil toneladas, e Casa Nova (BA), com 196.161 toneladas. A forte presença de municípios do Vale do São Francisco evidencia a importância da região como um dos principais polos de produção e exportação de frutas do país.
A presença de Curaçá entre os dez maiores produtores reforça a relevância da agricultura irrigada para a economia local, impulsionando a geração de emprego, renda e o desenvolvimento do município. O levantamento do IBGE confirma o potencial agrícola de Curaçá, que segue se consolidando como referência na produção de frutas de qualidade no semiárido brasileiro.
Texto: Curaçá Oficial
Bahia
ACM Neto propõe criar programa Oásis Baiano para levar água e ampliar produção no interior, diz assessoria
O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) apresentou o Oásis Baiano, programa que pretende ampliar o acesso à água no campo e criar novas condições para o desenvolvimento da produção rural no interior do estado. A proposta tem como foco principalmente os pequenos e médios produtores e prevê ações de segurança hídrica associadas ao incentivo à produção e à geração de renda.
O princípio do programa é fazer com que a água chegue efetivamente às comunidades rurais e às propriedades, garantindo condições tanto para o consumo humano quanto para plantar, criar animais e ampliar a produção. A iniciativa prevê um conjunto de intervenções, incluindo perfuração de poços, implantação de sistemas de abastecimento e adutoras, além da ampliação das áreas irrigadas. “O Oásis Baiano quer fazer a água virar produção, renda, autonomia e qualidade de vida”, afirmou ACM Neto.
A proposta parte do diagnóstico de que, apesar da convivência histórica da Bahia com longos períodos de estiagem, ainda existem comunidades e importantes regiões produtoras sem acesso regular à água. Em muitos casos, mesmo localidades próximas a rios e outros mananciais enfrentam dificuldades pela ausência de infraestrutura capaz de levar a água até onde as pessoas vivem e produzem.
Segurança Hídrica
Segundo a proposta, a segurança hídrica será o ponto de partida para um conjunto mais amplo de políticas destinadas ao desenvolvimento rural. O programa pretende associar o acesso à água a iniciativas de assistência técnica, acesso ao crédito e apoio ao produtor, criando condições para aumentar a produtividade e estimular novos investimentos.
Neto destacou que a intenção é reduzir a dependência da chuva e dar maior previsibilidade principalmente aos pequenos produtores, que são mais vulneráveis aos efeitos dos períodos de estiagem.
“Quando o produtor tem água, ele pode planejar, investir e produzir o ano inteiro. Não queremos apenas levar infraestrutura. Queremos criar condições para que o homem e a mulher do campo possam produzir mais, aumentar sua renda e permanecer na sua terra com dignidade”, acrescentou Neto.
O Oásis Baiano também integra a estratégia de desenvolvimento regional defendida pelo candidato, com o objetivo de aproveitar as potencialidades econômicas de diferentes regiões do estado e fortalecer a produção no interior. A proposta é que as intervenções sejam definidas conforme as características e necessidades de cada território.
“Existe uma Bahia com enorme potencial no campo, com gente que sabe trabalhar e produzir, mas que muitas vezes esbarra na falta de condições básicas. O papel do governo é fazer a infraestrutura chegar e abrir caminho para essas oportunidades. Água no campo significa alimento, emprego, renda e desenvolvimento”, completou ACM Neto.
Texto e foto: Ascom/ACM Neto
Bahia
Faltam 18 dias: quem vota, quem pode votar e o que muda aos 18 anos
Para quem vai votar, completar 18 anos transforma o que antes era uma escolha em obrigação. Até os 70 anos, o comparecimento às urnas passa a ser obrigatório. A regra prevista na Constituição Federal varia de acordo com a idade e a alfabetização.
No Brasil, a obrigatoriedade do voto é válida para pessoas alfabetizadas de 18 a 70 anos. Para jovens de 16 e 17 anos, analfabetos e maiores de 70 anos, o voto é facultativo.
Quem tem voto facultativo
Jovens de 16 e 17 anos podem se alistar e votar, mas não são obrigados. Para participar das Eleições 2026, é preciso completar 16 anos até a data do 1º turno, em 4 de outubro.
O voto também é facultativo para pessoas analfabetas. Elas contam com recursos de acessibilidade na urna eletrônica e apoio para exercer esse direito.
A partir dos 70 anos, a votação deixa de ser obrigatória. A pessoa pode continuar a votar, mas não sofre nenhuma consequência se decidir não comparecer.
O que muda aos 18 anos
Ao completar 18 anos, o eleitor alfabetizado passa a ter o voto obrigatório. Assim, se o aniversário ocorrer antes da eleição, é preciso comparecer à seção eleitoral. Se a pessoa ainda tiver 17 anos no dia da votação, o voto permanece facultativo.
Quem é obrigado a votar e não comparece precisa justificar a ausência ou pagar a multa prevista pela Justiça Eleitoral.
O que acontece se não votar
Enquanto a situação não for regularizada, o eleitor pode enfrentar restrições previstas em lei, como a impossibilidade de obter passaporte ou carteira de identidade, inscrever-se em concurso público ou tomar posse em cargo ou função pública.
A justificativa pode ser apresentada no dia da eleição pelo aplicativo e-Título ou via Requerimento de Justificativa Eleitoral, que deve ser preenchido e apresentado nas mesas receptoras de votos ou instaladas para essa finalidade.
Após a votação, também é possível justificar a ausência pelo Autoatendimento Eleitoral, pelo e-Título ou de forma presencial em qualquer cartório dentro do prazo estabelecido, com a apresentação de documentos que comprovem o motivo.
Fonte: TSE
Bahia
ICMBio amplia atuação na emergência sanitária e monitora 34 ararinhas-azuis positivas para circovírus em Curaçá
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informa que, a partir desta segunda-feira (14), amplia atuação no enfrentamento da emergência sanitária provocada pelo circovírus nas ararinhas-azuis.
Além das 69 ararinhas-azuis e duas araras maracanãs que testaram negativo e foram transferidas do Criadouro Ararinha-azul, em Curaçá (BA) para o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina (PE), passa a monitorar as 34 ararinhas-azuis afetadas pelo vírus, que permanecem no criadouro, em Curaçá.
As ações abrangem fiscalização, manejo especializado, alimentação, acompanhamento veterinário, coleta de material biológico, testagem, quarentena, isolamento sanitário e medidas de biossegurança, além de outras providências necessárias à proteção e ao controle sanitário das aves.
A separação entre aves positivas e negativas constitui medida de biossegurança fundamental para reduzir o risco de disseminação do vírus e preservar a saúde dos animais. As aves mantidas no Cemafauna permanecem em quarentena, sob acompanhamento técnico e veterinário, e passam por novos ciclos de testagem.

A emergência sanitária teve início após a identificação de indícios de circovírus em um filhote de ararinha-azul nascido em vida livre. A confirmação levou o ICMBio a intensificar o acompanhamento sanitário e a adotar medidas para investigar e conter a circulação do vírus.
Como parte da resposta à emergência, em 27 de maio, uma força-tarefa coordenada pelo ICMBio transferiu as 69 ararinhas-azuis e duas araras-maracanãs que testaram negativo para o vírus do Criadouro Ararinha-azul, em Curaçá (BA), para o Cemafauna, em Petrolina (PE). Dos 103 indivíduos que estavam no criadouro, 34 testaram positivo para o circovírus e permanecem no local, sob acompanhamento do ICMBio e submetidos às medidas de manejo e controle sanitário necessárias.
A continuidade das medidas está assegurada por decisão da Justiça Federal, que reconhece a possibilidade de atuação direta do ICMBio na execução das ações sanitárias necessárias.
A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é uma espécie endêmica da Caatinga brasileira, considerada extinta na natureza e atualmente objeto de ações de conservação e reintrodução. Nesse contexto, o controle sanitário e o acompanhamento técnico e veterinário são fundamentais para a proteção das aves e para a continuidade das estratégias de conservação da espécie.
O ICMBio permanece acompanhando a situação e adotando as providências técnicas e sanitárias necessárias para reduzir os riscos de disseminação do circovírus, proteger as aves e contribuir para a continuidade do programa de conservação e reintrodução da ararinha-azul.
Fonte: Imprensa ICMBio
Fotos: ICMBio
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