Curaçá
ACTP alerta: decisão do ICMBio pode levar ararinha-azul à “segunda extinção”
A ACTP (Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados) divulgou uma nota na última semana alertando para os riscos que o projeto de reintrodução da ararinha-azul enfrenta no sertão da Bahia. A entidade afirma que medidas propostas pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) podem colocar em risco anos de esforços internacionais pela preservação da espécie.
A ararinha-azul foi considerada extinta na natureza em 2000. Após um trabalho conjunto de instituições de vários países, aves foram reproduzidas em cativeiro e reintroduzidas no Brasil a partir de 2020. Em 2022, as primeiras ararinhas voltaram a voar livres no sertão, registrando até mesmo reprodução em ambiente natural — resultado considerado acima das expectativas.
Entretanto, em 2024, um filhote nascido na natureza apresentou alteração na cor das penas e dificuldades de voo. Ele foi capturado para exames, juntamente com outras 20 aves do recinto de soltura. Os testes apontaram resultado positivo para circovírus, mas apenas no filhote. Em exames posteriores, outras seis aves também apresentaram o vírus.
Segundo a ACTP, todas as medidas de biossegurança foram tomadas, incluindo isolamento das aves, novos testes em laboratórios independentes e monitoramento nos recintos. A maioria das ararinhas segue negativa para o vírus, e o filhote que apresentou sintomas já se recuperou, voltou a voar normalmente e testou negativo em exames recentes.
A entidade reforça que o circovírus já circula no Brasil há décadas, especialmente entre aves de cativeiro, e que papagaios neotropicais — grupo ao qual pertence a ararinha-azul — costumam apresentar boa recuperação. Até o momento, nenhuma ave morreu em decorrência do vírus.
Apesar disso, o ICMBio propôs medidas consideradas “extremas” pela ACTP: realizar testes a cada 15 dias e sacrificar aves que apresentarem dois exames positivos, além de capturar todas as ararinhas que já vivem soltas no sertão baiano.
A ACTP argumenta que tal medida seria “cientificamente injustificável e eticamente inaceitável”, podendo significar a “segunda extinção da ararinha-azul na natureza”.
“Remover as ararinhas não vai eliminar o vírus, mas sim encerrar um dos maiores esforços de conservação do mundo. A espécie já mostrou capacidade de sobreviver e merece apenas viver em liberdade — sem ser vítima de agendas políticas”, destacou a associação.
Texto: Curaçá Oficial, com informações da ACTP através das suas redes sociais
Foto: Facebook/ACTP
Curaçá
PM-BA cumpre mandado de prisão no distrito de Patamuté
A Polícia Militar da Bahia (PMBA), por meio da 45ª Companhia Independente de Polícia Militar (45ª CIPM), em ação conjunta com CIPE Caatinga e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), cumpriu, nesta terça-feira (1º), um mandado de prisão no distrito de Patamuté, no município de Curaçá.
O mandado judicial foi cumprido em desfavor de um homem investigado pelo crime de tráfico de drogas, que foi localizado em uma residência no referido distrito.
Após a prisão, o homem foi conduzido à Unidade de Polícia Judiciária para a adoção das medidas legais cabíveis, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: ASCOM 45ª CIPM
Curaçá
PM-BA erradica 15 mil pés de maconha em Curaçá
A Polícia Militar da Bahia (PMBA), por meio da 45ª Companhia Independente de Polícia Militar (45ª CIPM), erradicou aproximadamente 15 mil pés de Cannabis sativa (maconha) durante a intensificação do policiamento, nesta segunda-feira (31), nas ilhas do Rio São Francisco, no município de Curaçá.
Os policiais militares localizaram a plantação na localidade conhecida como Mutuca. Todo o cultivo foi erradicado e incinerado no local.
Uma amostra do material foi recolhida e apresentada à Delegacia de Polícia Civil para a adoção das medidas cabíveis.
Fonte: ASCOM 45ª CIPM
Curaçá
Curaçá poderá contar com unidade do DETRAN no município
A Prefeitura de Curaçá publicou o resultado da Inexigibilidade de Licitação nº 065/2026, referente à contratação de um imóvel destinado ao funcionamento das atividades do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) no município de Curaçá.
Atualmente, Curaçá não conta com uma unidade própria do DETRAN. Com a implantação de uma estrutura destinada ao órgão no município, a expectativa é que a iniciativa facilite o acesso dos condutores e da população aos serviços relacionados ao trânsito, evitando, em alguns casos, a necessidade de deslocamento para outras cidades.
De acordo com o documento, a contratação foi realizada pelo período de 12 meses. Segundo a publicação, o imóvel foi escolhido com base em critérios como localização, estrutura, segurança e acessibilidade, além de outros requisitos necessários ao funcionamento do DETRAN.
O documento, no entanto, não informa quando o atendimento será iniciado no novo endereço nem quais serviços serão disponibilizados à população.
Texto: Curaçá Oficial
