Bahia
TRE-BA efetua 45.335 atendimentos ao público no último dia do fechamento do Cadastro Eleitoral
Com o fechamento do Cadastro Eleitoral ocorrido nesta quarta-feira (6/5), o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) realizou até às 18 horas, 45.335 atendimentos em todo o estado. O público compareceu à Central de Atendimento, na sede do Eleitoral baiano, localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), nos cartórios eleitorais da capital e do interior do estado, postos dos SACS, prefeituras-bairro, entre outros locais habilitados para prestação de serviços da Justiça Eleitoral.
Solicitação da primeira via do título de eleitor(a), coleta biométrica, transferência de domicílio eleitoral, alteração do local de votação, revisão de dados cadastrais, regularização de pendências com a Justiça Eleitoral foram alguns dos serviços realizados. Diversas campanhas de esclarecimento e convocação do público, além de atendimentos em postos itinerantes em toda a Bahia foram promovidas pelo TRE-BA desde novembro de 2024, com ações intensificadas em 2025 e 2026.
Dados da prestação de serviços
Com base no levantamento de dados efetuado pelo Eleitoral baiano, os quantitativos do atendimento ao público que mais se destacaram foram: Salvador: 7.286, Feira de Santana: 956, Vitória da Conquista: 729, Porto Seguro: 657 e Juazeiro: 600.
Fonte: TRE-BA
Foto Gerada pela IA
Bahia
Jerônimo Rodrigues defende investimentos em estradas e portos na Bahia
O candidato ao governo da Bahia Jerônimo Rodrigues defendeu investimentos em estradas e portos na Bahia, nesta terça-feira (22).
A declaração foi dada durante uma caminhada que o candidato realizou pela manhã, ao lado de aliados, em Ilhéus, no sul do estado.
“Nos próximos dias, o governo federal autoriza a obra para complementar a estrada, a BA-649, e meu interesse é que a gente possa garantir com o presidente Lula a duplicação da BR-101, que é muito importante para Ilhéus. Eu tenho certeza que a gente vai garantir essa estrutura. Estamos aguardando o processo para os dois portos com a Fiol para a gente garantir emprego e renda para essa região”.
A ação integrou a agenda de campanha de Jerônimo, que incluiu ainda, à noite, um comício na cidade de Camamu, no baixo sul baiano.
Fonte: G1 Bahia
Foto: Luis Capellão via Ascom/Jerônio Rodrigues
Bahia
“Vou encarar o problema da violência e trabalhar para que o cidadão volte a viver em paz”, diz ACM Neto em Jacobina
O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) participou, nesta terça-feira (22), de uma grande caminhada em Jacobina. Ao lado dos candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), Neto percorreu as ruas da cidade acompanhado por uma multidão e afirmou que, caso seja eleito, terá como prioridade combater a violência concluir as obras com celeridade e colocar em funcionamento o hospital que está sendo construído no município.
O ato do Time da Mudança também contou com as presenças dos ex-prefeitos Luciano da Locar e Tiago Dias, do deputado federal Elmar Nascimento, além de vereadores, prefeitos, ex-prefeitos e lideranças políticas de Jacobina e de diversos municípios da região.
“Quero firmar um compromisso com Jacobina. Nós vamos concluir e inaugurar o mais rápido possível o hospital que está sendo construído em Jacobina, porque a saúde vai ser prioridade. Diferente do atual governador, que diz que ninguém espera na regulação, eu sei que há baianos morrendo, eu sei qual é a dor e o sofrimento das famílias que precisam de uma consulta, de um exame, de um tratamento médico”, declarou.
O candidato afirmou ainda que pretende enfrentar o avanço da violência no estado e investir em políticas voltadas para os jovens. “Vou encarar o problema da violência que se espalha pelo nosso estado, vou agir com rigor e trabalhar para que o cidadão volte a viver em paz. Também vou olhar pela nossa juventude, para garantir educação de qualidade e oportunidade de trabalho para os jovens da Bahia”, acrescentou.
Crescimento
Ao comentar a mobilização desta terça-feira, Neto associou a presença do público ao que considera um momento de crescimento de sua candidatura nesta reta final da campanha. Ele também ressaltou a participação de lideranças de diferentes municípios da região no ato.
“Ex-prefeitos desta cidade, vereadores, prefeitos, ex-prefeitos e vereadores de dezenas de municípios estão reunidos aqui hoje em Jacobina. Onde a gente chega na Bahia é assim: mais uma multidão, o povo baiano nas ruas. Todo mundo que está aqui veio por sua vontade, pelo seu desejo, veio trazer essa palavra de mudança”, afirmou.
Neto pediu mobilização dos apoiadores até o dia 4 de outubro. “Graças a Deus, o clima é o melhor possível, a gente sente o crescimento da nossa campanha. Entretanto, precisamos trabalhar com o melhor do nosso esforço até a última hora. Eu não vou me esquecer jamais dessa noite em Jacobina”, salientou.
Texto e foto: Ascom/ACM Neto
Bahia
Faltam 11 dias: biometria é obrigatória para votar?
Ter a biometria cadastrada facilita a identificação do eleitor na hora da votação, mas a ausência desse dado no cadastro eleitoral não impede, por si só, o exercício do voto. Atualmente, cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não possui biometria cadastrada por diferentes razões. Em todos os casos, o mais importante é estar com a situação eleitoral regular para poder votar.
A biometria é obrigatória para o alistamento eleitoral em todos os municípios brasileiros, com exceção das eleitoras e dos eleitores que se cadastram no exterior. No entanto, essa exigência se aplica à etapa de inscrição eleitoral. Para votar, o requisito é estar regularmente inscrito no Cadastro Eleitoral.
Segundo a assessora-chefe de Gestão Eleitoral (AGEL) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Sandra Damiani, a regularidade da inscrição é o que garante o direito ao voto.
“Para se alistar, é obrigatória a coleta biométrica, com exceção da pessoa que se alistar no exterior, mas essa fase já se encerrou. Para votar, tem que estar regular no cadastro eleitoral, independentemente de o eleitor ter ou não biometria ou ser eleitor no Brasil ou no exterior”, explica.
Como funciona a identificação na urna?
Todas as seções eleitorais do país contam com leitores biométricos integrados às urnas eletrônicas. Para os eleitores que possuem biometria cadastrada, a identificação ocorre antes da liberação do voto por meio da conferência da impressão digital.
A utilização da biometria adiciona uma camada extra de segurança ao processo eleitoral, reduzindo riscos de fraudes e fortalecendo a identificação da pessoa habilitada a votar.
Mas o que acontece se a digital não for reconhecida?
Nesse caso, a urna realiza até quatro tentativas de validação biométrica. Se a identificação não for confirmada, o sistema adota outro procedimento para garantir o exercício do voto.
“Se a pessoa tiver digital coletada mas a urna não reconhecer, ela vai tentar quatro vezes e, depois disso, perguntará qual o ano de nascimento do eleitor”, detalha Sandra Damiani.
Já para os eleitores que não possuem biometria cadastrada, a urna também utiliza uma forma alternativa de identificação.
“Se a pessoa não tiver digital cadastrada, mas estiver regular na urna, a urna vai pedir que o eleitor informe o ano de nascimento”, acrescenta a assessora.
E no exterior?
Nas seções eleitorais instaladas fora do Brasil, a identificação biométrica não é utilizada durante a votação.
De acordo com a AGEL, a urna utilizada no exterior não solicita a impressão digital do eleitor. Ainda assim, para votar, a pessoa deve estar regularmente inscrita e apta no Cadastro Eleitoral.
O que é a biometria eleitoral?
A biometria é o conjunto de dados físicos utilizados para identificar cada eleitora e eleitor de forma única. Na Justiça Eleitoral, o procedimento inclui a coleta das impressões digitais, da fotografia e da assinatura.
Essas informações são armazenadas no Cadastro Eleitoral e podem ser utilizadas para a identificação da pessoa tanto no atendimento eleitoral quanto no momento da votação.
Além de conferir mais segurança ao processo eleitoral, a biometria contribui para a detecção de possíveis duplicidades cadastrais, padroniza o atendimento prestado aos eleitores e torna diversos procedimentos mais ágeis e eficientes.
Os dados biométricos coletados pela Justiça Eleitoral também integram a base da Identificação Civil Nacional (ICN), programa que busca unificar e fortalecer a identificação dos cidadãos em suas relações com o Estado.
do.
Fonte: TSE
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